Tag: Troco

17
maio

Como planejar o troco no comércio e evitar o prejuízo

Talvez um dos problemas que mais dão dor de cabeça na rotina diária dos comércios seja a dificuldade em trabalhar com os chamados trocos “miúdos”. Hoje, muitas pessoas contam com o suporte de um cartão de crédito ou de débito. Mas, se por um lado a adoção dessa forma de pagamento ajuda na cobrança de valores quebrados, por outro ela diminui consideravelmente a circulação de moedas e notas pequenas nos comércios de rua. E é quando chega a hora de dar o troco para o cliente que prefere pagar em dinheiro que os problemas começam. Para isso, a solução é planejar o troco e adotar algumas ações que podem ajudar bastante a evitar indisposição com seus clientes e facilitar a gestão do seu caixa.

1- Promova a cultura de moedas na equipe de vendas

O primeiro fator que o empreendedor precisa ter em mente é que, independentemente das dificuldades em garantir o troco “miúdo”, essa é uma responsabilidade da sua empresa. Seu cliente está adquirindo um produto seu, foi até a sua loja e escolheu você. Nada mais justo do que garantir que ele saia satisfeito e seja bem tratado.

Aqui, uma boa alternativa é criar uma cultura interna para troca de moedas com a sua equipe de vendas, por exemplo. Não custa nada fazer uma reunião com os seus funcionários e criar incentivos para que eles tragam as suas moedas e os trocos menores que juntam em casa e troquem por notas mais “graúdas” com o seu caixa. Mesmo que talvez esse movimento não seja o bastante para suprir todas as necessidades com troco da sua empresa, definitivamente vai facilitar a vida de quem opera o seu caixa.

2- Pratique preços inteiros

Além de planejar o troco, outra alternativa — um pouco mais ousada — é arredondar os seus preços. Não é segredo que alguns preços possuem um apelo emocional bastante tentador. Os famosos R$ 19,50, R$ 49,00 ou R$ 99,90 podem fazer com que o cliente sinta a compulsão por comprar, mas quando o empreendedor escolhe trabalhar com esses valores atraentes, é preciso lembrar que o seu negócio vai precisar garantir o troco.

Uma opção é fazer uma revisão do seu planejamento de vendas e a formação de preço para, talvez, trabalhar com valores inteiros. Ao invés de anunciar um produto por R$ 49,00, por exemplo, você pode fixar o preço em R$ 50,00 e evitar a necessidade de ter de voltar R$ 1,00 de troco no processo de compra — vale também diminuir o preço para um valor inteiro mais baixo e compensar essa redução subindo um pouco o valor de algum outro produto que também tenha boas vendas.

3- Organize seu caixa com antecedência

Uma situação bastante comum no comércio de rua é recorrer aos negócios e estabelecimentos vizinhos em busca de troco quando o caixa é surpreendido pela falta de notas pequenas ou moedas. Além de mostrar um pouco de despreparo por parte da sua equipe, fazer o cliente esperar para sair da loja nunca é uma boa alternativa — há casos mais extremos em que ele pode até mesmo desistir da compra. Por isso, vale organizar o seu caixa com antecedência.

Para planejar o troco, prepare pequenos pacotes com valores definidos em moedas e notas pequenas de valores variados depois do fechamento da semana, por exemplo, e coloque-os à disposição do caixa todos os dias pela manhã. Trocar suas notas “graúdas” por algumas pequenas sempre que possível também otimiza esse processo, sempre com o cuidado, é claro, de não misturar o seu caixa com as finanças pessoais.

4- Faça saques periodicamente

Você já deve ter se deparado com alguns bancos que trabalham com caixas eletrônicos separados por tipos de cédula. Por exemplo, existem máquinas que trabalham apenas com notas de R$ 2,00 ou R$ 5,00, voltadas especificamente para saques de valores menores. Ao se deparar com um caixa assim, o empreendedor pode se organizar para, em algum momento da semana, visitar a agência bancária e sacar valores um pouco mais elevados. Basta fazer as contas: se você sacar algo como R$ 95,00 em um caixa assim, é possível sair da agência com 19 cédulas de R$5,00, que com certeza vão ajudar bastante o seu caixa na hora de providenciar o troco corretamente.

5- A tecnologia pode ajudar a planejar o troco

Existem ainda algumas alternativas mais inovadoras que colocam a tecnologia a serviço do troco. O aplicativo da Troco Simples, por exemplo, oferece uma solução inteligente e prática que permite que os comerciantes cadastrados ofereçam o troco em crédito no CPF do cliente, em vez retornar o dinheiro em moedas ou cédulas.

Assim, os consumidores podem calcular os valores, que renderão juros e outras vantagens, como prêmios e a possibilidade de colocar créditos no celular. Para os clientes participarem, como o próprio nome do aplicativo indica, é simples também: basta que se cadastrem gratuitamente no sistema. E aí é importante o comerciante mostrar os benefícios e incentivar as pessoas a fazerem isso. Quanto mais consumidores estiverem participando, menor será a preocupação em ter moedas e cédulas de menor valor para dar como troco!

15
dez

Quatro dicas essenciais para garantir boas vendas no fim do ano

Natal e Ano Novo são épocas excelentes para dar uma alavancada nas vendas no fim do ano. Afinal, este é um período em que as pessoas, de um modo geral, estão mais dispostas a comprar, pois desejam presentear amigos e familiares com alguma lembrança, não é mesmo? Dessa forma, é muito importante estar com tudo bem planejado para atender a essa demanda que só tende a crescer.

Dicas para melhorar as vendas no fim do ano

Nesse sentido, elaboramos um checklist com itens que você não pode esquecer de jeito nenhum para garantir boas vendas e a satisfação dos seus clientes. Confira!

1. Ofereça um bom atendimento

Um aumento significativo em suas vendas no fim do ano não vem sozinho. Certamente, ele é o resultado de diversos fatores que influenciam o consumidor, como o atendimento. Por este motivo, é fundamental ter uma equipe qualificada para atender às necessidades do cliente, dando a atenção que ele merece. Portanto, mesmo que você tenha que contratar novos funcionários para atender a demanda, realize treinamentos para capacitá-los e instruí-los sobre como devem proceder em cada situação. Afinal, eles são peças essenciais para converter clientes que ainda estejam indecisos e que, com a abordagem correta, podem gerar bons frutos ao seu negócio.

2. Fique sempre de olho no estoque

Por mais que você tenha planejado o seu estoque para essa época do ano, é necessário continuar de olho. Muitas vezes, a grande movimentação pode fazer com que se perca o controle dos itens e cause situações desagradáveis com os consumidores. Imagine o seguinte: o cliente entra na sua loja, olha uma série de sapatos e pede aquele que mais gostou no número 44. O atendente verifica o estoque no computador, vê quem tem um par, porém, quando chega ao estoque para buscar a mercadoria, não a encontra. Ao retornar para falar com o consumidor, mesmo que ele traga outras opções naquela numeração, tem que dar explicações do por que não trouxe o solicitado, o que pode gerar um descontentamento.

Por isso, nunca é demais verificar, ao fim do dia, se as informações batem e se, na correria, alguma venda não foi esquecida. Assim, você garante que o seu estoque esteja sempre organizado, facilitando o dia a dia de todos e evitando situações desagradáveis.

3. Tenha certeza de que possui troco suficiente

Quem é comerciante sabe o quanto a falta de troco pode gerar prejuízos no fim do expediente, além, é claro, de situações embaraçosas com os consumidores. Portanto, certifique-se de que na hora que abrir o caixa você terá troco suficiente para dar aos seus clientes. Uma boa alternativa para esse momento é utilizar o aplicativo da Troco Simples. Com ele, é possível pagar o consumidor digitalmente, basta cadastrar a sua empresa e gerar um boleto no valor que você quer ter disponível no sistema como troco. Logo, você não precisa se preocupar tanto com as moedas e cédulas no seu caixa, porque é só ir creditando o valor do troco diretamente no CPF do seu cliente.

4. Prepare uma promoção especial

Em datas comemorativas, o que mais converte são as promoções e vantagens que você pode oferecer para sair na frente do concorrente. E atenção: nesse ponto vale quase tudo, não? Por isso, dê desconto na compra de mais de um item, ofereça brindes personalizados e organize qualquer ação, como um parcelamento maior, que possa motivar a compra. Sorteios de produtos de desejo também são uma excelente alternativa para chamar a atenção do seu cliente. Enfim, existem diversas opções para se destacar e fisgar o consumidor. No entanto, vale o aviso: qualquer que seja a sua estratégia, é preciso planejá-la muito bem para que você tenha o lucro esperado.

Com esse checklist básico em dia é possível colher excelentes resultados! E você, já está preparado? Conte pra gente como está sendo o seu fim de ano e como você normalmente se prepara para essas datas. Estamos ansiosos para saber!

13
dez

Proteja-se da falta de troco em época de 13º salário e datas comemorativas

Para o comércio, algumas datas são extremamente importantes, como o período de pagamento do 13º salário, o Natal e o Dia das Mães. São momentos em que os consumidores vão às compras com mais ímpeto, o que acaba gerando uma demanda grande para os lojistas. Em meio a isso, alguns detalhes importantes passam despercebidos, como é o caso do troco, que nas horas de muito movimento vira um problema ainda maior para os empresários.

Criar soluções para a falta de troco torna-se algo ainda mais importante nessas datas em que a demanda aumenta consideravelmente. E um dos principais motivos para essa preocupação é o fato de que é justamente nesses momentos que aparecem vários novos clientes no comércio. Então, qualquer problema pode deixar uma primeira impressão arranhada e atrapalhar uma possível fidelização do consumidor.

Imagine um momento como o de fim de ano, em que as pessoas correm para o comércio em busca de presentes para amigos e familiares. Grandes filas se formam e no caixa começa a faltar troco. Até que alguém saia para buscar moedas ou vá em outro estabelecimento trocar (o que é difícil, pois a situação é igual para todos), o tempo já passou e, com ele, a paciência de muitas pessoas, que precisam sair dali para comprar outros itens.

É uma situação complicada, não é mesmo? Imprevistos acontecem e ninguém está imune, mas o fato é que o consumidor não pode ser penalizado. A primeira coisa que ele pensa nessas situações é: “Se a loja não tem troco, a culpa não é minha. Por que eu tenho que ficar aqui esperando e pagando o preço pela falta de organização?”.

Você sabe que essa condição não é causada por falta de organização, já que a falta de troco é um problema generalizado. Mas, ainda assim, é dever do lojista compreender a situação do cliente e não entrar em confronto com ele. Ele está pagando pelo produto ou serviço e, dessa forma, quer ter um bom atendimento.

Como se proteger da falta de troco em época de 13º salário e outras datas de aumento de consumo

Antes de pensar em uma solução em relação ao 13º salário, o que os empresários precisam ter em mente é que o comércio não pode ficar dependente da moeda para conseguir oferecer o troco para seus clientes. Mesmo com iniciativas e campanhas que tentam conscientizar as pessoas e amenizar o problema, o fato é que não dá para ficar esperando por isso.

O ideal é que as empresas busquem soluções diferenciadas para este problema, principalmente as que envolvam tecnologia. As pessoas esperam por isso e dão mais valor para estabelecimentos que encontram alternativas criativas e que ofereçam vantagens interessantes.

A Troco Simples oferece uma solução para isso. Desenvolvemos um aplicativo pelo qual os comerciantes cadastrados podem oferecer o troco em crédito no CPF do cliente, em vez retornar o dinheiro em moedas ou cédulas. Assim, os consumidores podem a calcular os valores, que renderão juros e outras vantagens, como prêmios e a possibilidade de colocar créditos no celular.

Para os clientes participarem, como o próprio nome do aplicativo indica, é simples também: basta que se cadastrem gratuitamente no sistema. E aí é importante o comerciante mostrar os benefícios e incentivar as pessoas a fazerem isso. Quanto mais consumidores estiverem participando, menor será a preocupação em ter moedas e cédulas de menor valor para dar como troco.

Conheça a Troco Simples e saiba em detalhes como funciona nosso aplicativo. Queremos ser parceiros do seu negócio, ajudando você a resolver um problema e ainda oferecendo vantagens para seus clientes. Conte com a gente!

23
nov

Fechamento de caixa: quatro dicas para evitar dores de cabeça

Para os comerciantes, o fechamento de caixa é uma tarefa que pode dar muita dor de cabeça se não for feita com muito cuidado. Isso porque essa atividade é a base operacional de toda a gestão financeira de um negócio. Ou seja, é pelo seu fluxo de caixa que é possível saber quanto recebeu, quanto pagou e como está a movimentação diária. Então, ter um controle eficiente é o primeiro passo para garantir o sucesso da sua loja. Nesse sentido, elaboramos algumas dicas para facilitar e auxiliar nesse processo, evitando aquelas surpresas indesejadas no fim do dia. Confira!

1. Saiba qual é o seu saldo inicial na abertura do caixa

Saber o seu saldo inicial é o primeiro passo para garantir um fechamento de caixa correto. Portanto, conte o dinheiro que você tem em caixa para realizar uma abertura com o saldo real e sem erros no início. À medida que cada lançamento é realizado no fluxo de caixa, seja pagamento, seja recebimento, o saldo será alterado. No fim do expediente seu saldo de fechamento de caixa será resultado da equação que iniciou com o saldo de abertura do caixa e que, durante o dia, foi variando de acordo com as entradas e saídas de valores.

2. Registre todas as entradas e saídas

É necessário registar desde o valor de reserva (fundo de troco) até as demais entradas e saídas que forem ocorrendo ao longo do dia. Se você ainda faz o controle manualmente, anote cada operação, confira e junte os comprovantes para fazer o fechamento mais tarde. Caso você utilize um software de gestão, a atividade fica mais simples, basta lançar cada ação no sistema, conferir os dados e guardar os comprovantes. Depois, a própria ferramenta faz automaticamente o cálculo para fechar o caixa e, em poucos cliques, é possível ter um relatório com tudo que você precisa.

3. Confira sempre os valores do caixa

Não importa como você faz o seu fechamento de caixa, se manualmente ou por meio de um software: ele deve ser realizado no fim do expediente e todas as movimentações devem ser conferidas diariamente, pois isso ajuda a evitar incoerências nos valores. Uma tática comumente utilizada e que facilita muito a vida é separar os documentos das transações por tipo, podendo ser da seguinte forma:

  • Dinheiro (moedas e notas);
  • Cheques (à vista e pré-datados);
  • Cartões de crédito e débito;
  • Tickets (se a sua empresa aceita esta forma de pagamento);
  • Pagamentos de despesas diversas;
  • Vales para funcionários.

Assim, se houver alguma divergência por motivos de troco errado, recolhimento de dinheiro (sangrias) que não foi registrado ou troca de mercadorias sem ter dado baixa, por exemplo, você consegue identificar antes mesmo de fechar o caixa e corrigir rapidamente.

4. Facilite o troco

Dar o troco é um momento que pode causar muita tensão para o operador de caixa e insatisfação para o cliente. Afinal, quem trabalha no varejo sabe que a entrada e a saída de dinheiro são constantes, o que acaba refletindo no caixa, pois aquelas notas de baixo valor, de R$ 2 e R$ 5, bem como as moedas, são sempre as primeiras a saírem. Então, eventualmente, chega a hora em que não há mais troco para todos e você é obrigado a dar descontos para arredondar valores de acordo com o que tem disponível no caixa.

Veja como a Troco Simples pode ajudar no fechamento de caixa

Desse modo, buscar alternativas para facilitar o troco é essencial para deixar o seu cliente satisfeito e não ter incoerências de valores na hora de fechar o seu caixa. Um excelente exemplo para simplificar a vida de todos é o Troco Simples. Com esse aplicativo é possível pagar o consumidor digitalmente, basta cadastrar a sua empresa e gerar um boleto no valor que você quer ter disponível no sistema como troco. Logo, você não precisa se preocupar com as moedas e cédulas no seu caixa, porque é só ir creditando o valor do troco diretamente no CPF do seu cliente. Muito bom, não é mesmo? Além disso, os seus clientes também têm benefícios, pois eles podem acumular os valores e obter vantagens, como valorização do dinheiro e prêmios.

Por falar nisso, baixe gratuitamente o nosso infográfico “Quanto você perde recebendo troco em moedas?” e entenda como é possível investir o seu dinheiro corretamente, poupando o dinheiro público de novas produções de cédulas e moedas. Clique no banner abaixo e descubra!

 

Pronto! Com essas dicas você evita surpresas desagradáveis ao fechar o caixa e garante um controle financeiro eficiente para o sucesso do seu comércio. Agora, que tal colocar todo o aprendizado em prática? Aproveite também a oportunidade para se cadastrar e incentivar o seu cliente a utilizar o aplicativo da Troco Simples. Assim, todos poderão se beneficiar das facilidades que ele pode oferecer. Entre em contato com a gente e saiba mais!

24
out

Guardar dinheiro em casa não é o melhor negócio para economizar

Desde criança a gente aprende a colocar as moedas que recebemos de troco no cofrinho, seja ele um porquinho, seja uma lata ou mesmo uma garrafa de plástico. É difícil encontrar alguém que nunca tenha feito isso pelo menos em uma fase da vida. Mas será que guardar dinheiro dessa forma é realmente um bom negócio? De maneira convicta, nós respondemos que não. E vamos mostrar a você quais são as desvantagens dessa prática.

Guardar dinheiro é sinônimo de boa administração dos recursos, afinal, significa que a pessoa não gasta de maneira indiscriminada e se preocupa em poupar para algum objetivo específico ou para uma possível emergência. E é isso mesmo! Trata-se de uma atitude correta e inteligente. O problema está na forma como esses valores são poupados.

Quando você guarda dinheiro em casa, ele fica ali parado, depreciando, quer dizer, perdendo valor por conta da ação da inflação. Vamos explicar melhor: se um montante de R$ 300 em moedas for utilizado agora, ele terá um certo poder de compra, capaz de adquirir uma determinada quantia de alimentos, por exemplo.

Agora, se a pessoa deixar esses mesmos R$ 300 parados durante um ano, esse valor perderá poder de compra. Considerando a inflação de 2016 medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que foi de 6,29%, aquela quantia de alimentos estará R$ 18,87 mais cara, custando R$ 318,87. Assim, o montante acumulado não será mais suficiente.
O mesmo cálculo vale para quem tem a prática de guardar dinheiro para viajar. As passagens ficam mais caras, assim como as diárias dos hotéis e tudo o que você for comprar no próprio local de destino. Então, aquele planejamento inicial pode ser um pouco prejudicado se os valores estiverem guardados em casa, parados e sob a ação da inflação.

Guardar dinheiro deve significar valorização

Se guardar dinheiro em casa não é o melhor negócio, qual prática devemos adotar? Alguma que evite a depreciação e, de preferência, valorize a quantia que você tem acumulado. Assim, o poder de compra é preservado e há a possibilidade de que ele seja ampliado.

Isso pode ser feito por meio de aplicações em bancos, instituições financeiras ou empresas. Em qualquer uma dessas opções, os valores depositados renderão juros e, dependendo do percentual, esse rendimento pode corrigir a inflação ― que já é algo positivo ― ou mesmo valorizar, permitindo que a quantia aumente.

Digamos que você tenha depositado R$ 400 em uma aplicação que, em um ano, ofereceu rendimentos de 5%. Se a inflação foi de 3%, houve, nesse caso, um ganho. A inflação gerou uma perda de R$ 12 e o rendimento ficou em R$ 20, gerando um saldo positivo de R$ 8. Pode até parecer pouco, mas qualquer lucro é bem-vindo, não é mesmo?

Segurança do dinheiro

Além da desvalorização, a prática de guardar dinheiro em casa também compromete a segurança dos valores. Primeiro, porque é muito fácil perder moedas e outros trocados. Podem cair em qualquer canto e ficar lá por um bom tempo, assim como também há uma chance de ficarem escondidos em gavetas.

Mudanças ou quaisquer outras alterações feitas na casa podem fazer com que as moedas e as cédulas de menor valor se percam. O cofrinho pode ir parar em um lugar que ninguém mais encontra, por exemplo. E aí todo aquele esforço de guardar cada centavo terá sido em vão.

Deu para perceber que guardar dinheiro em casa tem muitas desvantagens, não é verdade? Então, agora é hora de buscar uma solução. Para resolver aquela questão das moedas devolvidas na padaria, no supermercado ou em algum outro estabelecimento comercial, a Troco Simples oferece uma alternativa que se encaixa perfeitamente na ideia que abordamos até aqui.

Por meio de um aplicativo, você recebe o troco do comércio em créditos no seu CPF, ou seja, não precisa ficar com moedas e levá-las para casa. Entre outras vantagens, como prêmios e a possibilidade de fazer recarga no celular, esse dinheiro pode render até 6% ao ano, proporcionando sua valorização ao invés de ficar esquecido numa gaveta e sofrendo depreciação.

Para utilizar, basta baixar o aplicativo, se cadastrar e procurar um estabelecimento que também seja cadastrado. Se aquele seu restaurante favorito ainda não utiliza, apresente o sistema e mostre o que o comércio ganha ao não ficar dependendo tanto das moedas no caixa. Assim, todos saem ganhando!

E por falar em receber o troco em moedas, que tal descobrir quanto dinheiro perdemos ao aceitá-lo assim? Baixe nosso infográfico e entenda!

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