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30
jul

A importância do uso da tecnologia no comércio

Se anos atrás contar com um leitor de código de barras indicando o valor exato de um produto nos corredores das lojas parecia um futuro distante, hoje, quando percebemos, estamos com o código já debaixo da linha luminosa enquanto observamos a tela indicando o valor da mercadoria. E esse é só um exemplo de como a tecnologia no comércio facilita diversas atividades diárias e torna possível proporcionar as melhores experiências de compra para as pessoas.

Para se ter uma ideia de como os hábitos dos consumidores enveredaram para a tecnologia, dados apontam que 99% deles acessam a internet diariamente e que 74% pesquisam preços on-line pelo celular dentro dos pontos de venda físicos. Ou seja, a todo momento, a tecnologia marca presença quando o assunto são as compras.

Tecnologia no comércio para garantir bom atendimento

Uma pesquisa da Zebra Technologies Corporation revelou que 58% dos consumidores se sentem influenciados a investir mais quando existe grande variedade de produtos disponíveis para o consumo. Além disso, embora pesquisem preços on-line, a pesquisa aponta que 72% dos consumidores preferem a compra presencial, por conseguirem analisar e verificar o produto fisicamente e ainda contar com a ajuda de funcionários. Outro dado importante mostra a necessidade do bom atendimento: 63% dos consumidores declararam estar mais abertos a comprar itens mais caros, mas de qualidade superior, quando é prestado um bom atendimento.

Todos esses dados revelam a importância de obter informações sobre o consumidor, sua postura, seus desejos e, claro, sobre gestão, para que ações assertivas e interessantes possam ser pensadas e colocadas em prática com o objetivo de efetivar vendas, atrair e fidelizar clientes.

E o que a tecnologia tem a ver com isso? Tudo, pois por meio dela é possível obter informações sobre os clientes e, assim, ganhar eficiência na análise de dados e na oportunidade de oferecer com rapidez atendimento e serviços personalizados que se adaptem à necessidade de cada pessoa. Isso pode ser feito, por exemplo, por meio de um sistema de CRM (customer relationship management, ou, em tradução livre, gestão de relacionamento com os clientes).

Uma ferramenta de CRM permite que sua loja reúna informações sobre os clientes, armazenando dados como nome, perfil profissional, contatos, preferências e histórico de compras, por exemplo. Com base nisso, você consegue entender a fundo seu público e pode definir a linguagem que deve utilizar para se comunicar com eles e em qual mídia investir para isso. Assim, suas ações de marketing serão muito mais efetivas, pois sua loja estará oferecendo exatamente o que eles buscam, nos canais que eles frequentam.

A partir do histórico de compras, por exemplo, você pode oferecer itens que realmente interessem ao consumidor. Vamos supor que a sua loja venda roupas femininas e que, nas duas últimas compras, Marina comprou um vestido florido e uma calça jeans. Com essas informações registradas, ao receber novas peças, você pode enviar um WhatsApp para a consumidora, informando que chegaram novidades similares às roupas que ela já adquiriu e, ainda, peças que possam agregar ao look, como uma blusa estampada que combina com o jeans ou uma jaqueta bacana para aproveitar o vestido também no inverno. As chances de atrair Marina para voltar à loja são grandes, você concorda? Afinal, as ofertas não são aleatórias. Elas vão bem ao encontro das preferências dela.

Vamos a outro exemplo: Jorge chegou a uma loja para comprar um notebook. Na hora de fechar a venda, o atendente verificou no sistema de CRM que aquele cliente compra um celular novo na loja todos os anos e que sua última aquisição foi há 11 meses. Então, esse é o momento ideal para oferecer um celular novo e agregar mais esse item à compra, não é verdade? O mais interessante é que não se trata de uma simples oferta, mas, sim, de algo que realmente faça sentido para aquele consumidor.

Tecnologia no comércio para automatizar processos internos

Informações relacionadas às vendas, ao estoque, aos fornecedores e ao atendimento são estratégicas para o bom funcionamento de um comércio. Para que sejam efetivas, porém, elas precisam ser registradas, organizadas e acompanhadas corretamente, servindo como fundamentos para ações estratégicas de gestão, como a possibilidade de contratar mais funcionários ou abrir uma nova unidade, por exemplo.

E a tecnologia ajuda em todas essas frentes! No mercado, existem vários softwares de gestão capazes de automatizar processos internos, integrando dados das diferentes áreas do comércio e tornando-os acessíveis para toda a equipe. Com sistemas assim, é possível fazer o controle de estoque, de compras e de vendas, o acompanhamento do fluxo de caixa e do desempenho dos vendedores, além de tornar mais prática a definição de comissões, de preços e a geração de arquivos fiscais.

Quer dizer, utilizar tecnologia no comércio significa deixar lápis e papel para trás e, consequentemente, ganhar mais segurança e agilidade no controle dos processos.

Falta de troco? Com a tecnologia, isso pode ser evitado

Nada mais chato do que ter todo um processo pensado para satisfazer o cliente e facilitar a gestão da sua loja se algum detalhe comprometer todo o trabalho. E isso pode acontecer na hora do troco. Imagine que o cliente está saindo da sua loja satisfeito, com um produto de qualidade, um atendimento impecável e está prestes a indicar o seu negócio aos amigos. Porém, sua loja não se preparou para dar o troco e o caixa precisa ir até comércios vizinhos trocar cédulas. Pode parecer algo sem importância, mas acredite: a falta de troco pode atingir seu negócio de diversas maneiras, deixando o cliente insatisfeito, demorando para concluir o atendimento e causando confusão no fechamento do caixa.

Sabemos que não é por mal, pois o dia a dia do varejo não é fácil nesse sentido. A circulação de moedas e até mesmo de notas de R$ 2 e R$ 5 realmente está difícil. Mas ao invés de agir de forma reativa, que tal se prevenir e manter sua loja sempre preparada para devolver o troco para os clientes? Com o aplicativo Troco Simples, o troco vira crédito no CPF do cliente e pode render até 6% ao ano. Além disso, as atividades ficam automatizadas, muito mais simples e seguras, sem esquecer da contribuição para a sociedade e o meio ambiente, uma vez que são evitados custos com a produção de moedas.

E então, deu para perceber que a tecnologia no comércio é uma aliada e tanto para alavancar o seu negócio, não é verdade? Por isso, não perca tempo! Avalie o que há no mercado à disposição para tornar a administração da sua loja muito mais fácil e, é claro, lucrativa!

24
out

Guardar dinheiro em casa não é o melhor negócio para economizar

Desde criança a gente aprende a colocar as moedas que recebemos de troco no cofrinho, seja ele um porquinho, seja uma lata ou mesmo uma garrafa de plástico. É difícil encontrar alguém que nunca tenha feito isso pelo menos em uma fase da vida. Mas será que guardar dinheiro dessa forma é realmente um bom negócio? De maneira convicta, nós respondemos que não. E vamos mostrar a você quais são as desvantagens dessa prática.

Guardar dinheiro é sinônimo de boa administração dos recursos, afinal, significa que a pessoa não gasta de maneira indiscriminada e se preocupa em poupar para algum objetivo específico ou para uma possível emergência. E é isso mesmo! Trata-se de uma atitude correta e inteligente. O problema está na forma como esses valores são poupados.

Quando você guarda dinheiro em casa, ele fica ali parado, depreciando, quer dizer, perdendo valor por conta da ação da inflação. Vamos explicar melhor: se um montante de R$ 300 em moedas for utilizado agora, ele terá um certo poder de compra, capaz de adquirir uma determinada quantia de alimentos, por exemplo.

Agora, se a pessoa deixar esses mesmos R$ 300 parados durante um ano, esse valor perderá poder de compra. Considerando a inflação de 2016 medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que foi de 6,29%, aquela quantia de alimentos estará R$ 18,87 mais cara, custando R$ 318,87. Assim, o montante acumulado não será mais suficiente.
O mesmo cálculo vale para quem tem a prática de guardar dinheiro para viajar. As passagens ficam mais caras, assim como as diárias dos hotéis e tudo o que você for comprar no próprio local de destino. Então, aquele planejamento inicial pode ser um pouco prejudicado se os valores estiverem guardados em casa, parados e sob a ação da inflação.

Guardar dinheiro deve significar valorização

Se guardar dinheiro em casa não é o melhor negócio, qual prática devemos adotar? Alguma que evite a depreciação e, de preferência, valorize a quantia que você tem acumulado. Assim, o poder de compra é preservado e há a possibilidade de que ele seja ampliado.

Isso pode ser feito por meio de aplicações em bancos, instituições financeiras ou empresas. Em qualquer uma dessas opções, os valores depositados renderão juros e, dependendo do percentual, esse rendimento pode corrigir a inflação ― que já é algo positivo ― ou mesmo valorizar, permitindo que a quantia aumente.

Digamos que você tenha depositado R$ 400 em uma aplicação que, em um ano, ofereceu rendimentos de 5%. Se a inflação foi de 3%, houve, nesse caso, um ganho. A inflação gerou uma perda de R$ 12 e o rendimento ficou em R$ 20, gerando um saldo positivo de R$ 8. Pode até parecer pouco, mas qualquer lucro é bem-vindo, não é mesmo?

Segurança do dinheiro

Além da desvalorização, a prática de guardar dinheiro em casa também compromete a segurança dos valores. Primeiro, porque é muito fácil perder moedas e outros trocados. Podem cair em qualquer canto e ficar lá por um bom tempo, assim como também há uma chance de ficarem escondidos em gavetas.

Mudanças ou quaisquer outras alterações feitas na casa podem fazer com que as moedas e as cédulas de menor valor se percam. O cofrinho pode ir parar em um lugar que ninguém mais encontra, por exemplo. E aí todo aquele esforço de guardar cada centavo terá sido em vão.

Deu para perceber que guardar dinheiro em casa tem muitas desvantagens, não é verdade? Então, agora é hora de buscar uma solução. Para resolver aquela questão das moedas devolvidas na padaria, no supermercado ou em algum outro estabelecimento comercial, a Troco Simples oferece uma alternativa que se encaixa perfeitamente na ideia que abordamos até aqui.

Por meio de um aplicativo, você recebe o troco do comércio em créditos no seu CPF, ou seja, não precisa ficar com moedas e levá-las para casa. Entre outras vantagens, como prêmios e a possibilidade de fazer recarga no celular, esse dinheiro pode render até 6% ao ano, proporcionando sua valorização ao invés de ficar esquecido numa gaveta e sofrendo depreciação.

Para utilizar, basta baixar o aplicativo, se cadastrar e procurar um estabelecimento que também seja cadastrado. Se aquele seu restaurante favorito ainda não utiliza, apresente o sistema e mostre o que o comércio ganha ao não ficar dependendo tanto das moedas no caixa. Assim, todos saem ganhando!

E por falar em receber o troco em moedas, que tal descobrir quanto dinheiro perdemos ao aceitá-lo assim? Baixe nosso infográfico e entenda!

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