Troco Simples

6
dez

Dicas essenciais para manter as finanças pessoais em dia

Em outubro de 2017, quase 40% da população brasileira estava com contas em atraso e, portanto, com o nome inscrito em cadastro de devedores. Os dados são de uma pesquisa do SPC Brasil, que mensalmente divulga esse levantamento. Em parte, essa realidade é provocada pela situação econômica do país. Mas, por outro lado, também está o descuido com as finanças pessoais, pois mesmo em situação de crise, muitas pessoas deixam de tomar alguns cuidados básicos.

Esse desconhecimento é comprovado por outra pesquisa do SPC, segundo a qual 47% dos entrevistados sabem muito pouco ou nada sobre seus rendimentos e 41% não sabem sobre as contas básicas. Outro dado apontado no estudo indica que 59% dos inadimplentes têm pouco conhecimento sobre os valores dos produtos e serviços comprados no crédito que seriam pagos no mês seguinte à pesquisa e sobre quais são eles (55%). O número de parcelas das compras feitas no crédito também é bastante desconhecido: 40% dos inadimplentes sabem muito pouco ou nada a respeito.

Com isso, a pesquisa do SPC Brasil revela que uma consequência de negligenciar o conhecimento de seus próprios rendimentos e contas é o fato de 35% dos inadimplentes nunca, ou na minoria das vezes, conseguirem fechar o mês com todas as contas pagas, sem se endividarem.

Cuidados com as finanças pessoais

Para que você não entre nessa estatística ou, se já estiver, consiga sair dessa situação e colocar todas as contas em dia, vamos mostrar alguns cuidados essenciais e providências que devem ser tomadas na hora de lidar com as finanças pessoais.

Antes de qualquer coisa, você precisa começar com um diagnóstico completo da sua situação financeira, dos hábitos e das reais necessidades. Dessa forma, será possível pensar em soluções adequadas à sua realidade e que, de alguma forma, não comprometam pontos importantes do dia a dia.

Mas, para que isso seja possível, um elemento deve entrar em cena: o orçamento. É por meio desta ferramenta que você vai anotar todas as receitas e as despesas, calcular o que recebe e gasta e fazer a comparação para descobrir se está sobrando ou faltando dinheiro.

Com tudo devidamente anotado, você pode partir para a análise e olhar com cuidado as despesas e os gastos. As despesas são todos os gastos fixos que você tem e não pode evitar, ou seja, os gastos que são necessários, como conta de luz, água, condomínio, telefone, alimentação e até mesmo internet, dependendo dos hábitos que cultiva.

Olhando para esses itens, é possível identificar todos aqueles que são dispensáveis e podem, eventualmente, ser cortados ou reduzidos do seu orçamento, diminuindo, assim, os gastos. Esses elementos costumam fazer parte da rotina e acabam passando despercebidos, como uma pizza durante a noite ou almoço fora de casa. Mas se tudo for anotado, será possível identificar essas situações e trabalhar em cima delas.

Hábitos que precisam ser superados

No controle das finanças pessoais, alguns hábitos precisam ser superados para que você consiga ter as contas mais equilibradas. Um deles é comprar por impulso. Ver um produto na promoção é já sacar a carteira do bolso apenas para aproveitar o preço mais em conta é algo a ser evitado. Primeiro, é necessário ver se você realmente precisa do item ou se ele ficará estocado, sem uso por muito tempo.

Outro hábito nocivo que precisa ser evitado é gastar uma quantia que está para receber antes mesmo que ela caia na conta. Faça um planejamento e use o dinheiro somente quando ele se tornar realidade. Sempre pode surgir um imprevisto no meio caminho, para o qual é sempre bom estar preparado.

Mais um hábito a ser considerado é receber o salário e sair comprando itens supérfluos ao invés de, primeiro, adquirir o essencial e pagar as contas mensais. Sem essa disciplina, a empolgação pode fazer o dinheiro evaporar em pouco tempo, sem que você perceba.

Cuidado com cheque especial e parcelamentos

Parcelar compras grandes e ficar apenas com valores pequenos para pagar mensalmente é tentador, não é mesmo? Dá a impressão de que sempre caberá tudo no orçamento. Mas o fato é que, de pouco em pouco, a situação estoura e sai de controle. Aquelas parcelas pequenas acumulam e viram algo grande.

O mesmo vale para o cheque especial. O limite está ali e, às vezes, você acha que não terá problema usar um pouco. Só que, mais uma vez, de pouco em pouco, a situação vira uma bola de neve interminável.

Não gaste mais do que pode pagar

Esta é uma regra que parece ser básica nas finanças pessoais, mas é esquecida por muita gente. Querer manter um estilo de vida incompatível com a renda é, infelizmente, uma realidade. E isso vale para alimentação, vestuário e entretenimento. Escolher marcas muito caras, restaurantes de alto padrão e opções de divertimento com ingressos caros leva muitas pessoas para situações financeiras complicadas.

Claro que todo mundo pode, às vezes, escolher algo diferente, que fuja do padrão, mas isso não deve ser rotina. Em resumo, queremos dizer que ninguém deve manter um padrão de vida que não pode sustentar.

Buscar alternativas diferenciadas

No mercado, existem soluções que podem ajudar você nessa missão. Entre elas está o aplicativo Troco Simples, que transforma aquele troco que seria recebido em moedas e ficaria perdido em algum canto virar crédito no CPF e valorizar. Para isso, basta se cadastrar e buscar estabelecimentos que também são cadastrados.

Para conhecer melhor o sistema, acesse nosso site e entre em contato com nossa equipe. Conte com a gente!

28
nov

Planejamento financeiro: a importância de ter o dinheiro sob controle

Ficar no vermelho ou viver constantemente com o dinheiro contado não é das melhores experiências, não é verdade? E o pior é que, na maioria das vezes, isso é resultado da falta de um planejamento financeiro adequado. Tanto que, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), divulgada em janeiro de 2017, apenas 51% dos consumidores entrevistados fazem o controle do orçamento. Além disso, os dados mostram que, embora as pessoas tenham consciência da importância do planejamento financeiro, a maioria não o aplica no dia a dia e 58% delas têm dificuldade de realizá-lo.

De fato, aprender a gerenciar o dinheiro de forma correta não é uma prática comum entre os brasileiros, o que acaba impactando de forma negativa nas finanças. A boa notícia é que isso tem solução, mas exige estudo e disciplina para colocar tudo em ordem. Por isso, neste artigo vamos falar sobre esse tema para ajudá-lo nesta missão. Acompanhe!

O que é um planejamento financeiro e quais são suas vantagens

O planejamento financeiro, como o próprio nome já sugere, corresponde à organização das finanças pessoais para garantir maior segurança em relação ao futuro de uma pessoa. É por meio dele, por exemplo, que fica mais fácil realizar os sonhos e os objetivos em curto, médio e longo prazos, sem comprometer os recursos disponíveis. Para isso, é necessário fazer uma boa análise da próprias economias, planejar o futuro e ter muita disciplina para seguir o plano ao longo dos meses e anos seguintes. É importante ressaltar que os resultados não chegam em algumas semanas. Para que aconteçam, é preciso um longo trabalho.

Ao cuidar diariamente do dinheiro, tem-se mais segurança contra imprevistos, como o desemprego e certas dificuldades. Também é o planejamento que vai permitir ter uma reserva adequada para complementar a aposentadoria. Mas isso não é tudo. Quando se organiza e planeja as finanças, é possível fazer aquela viagem dos sonhos ou comprar o produto do qual está precisando e ainda não comprou porque é muito caro. Além disso, com ele também pode-se melhorar as condições financeiras, garantindo que a conta fique longe do negativo ou sempre no limite.

Um aspecto importante em relação às finanças pessoais é que, ao contrário do que muitos pensam, ter um salário alto não é sinônimo de estar livre dos problemas econômicos. Existem pessoas com muitos recursos, mas que não conseguem lidar com eles de forma adequada e, por isso, são controladas pelos gastos e não o contrário.
Paralelamente, há pessoas com menos recursos que conseguem viver bem e otimizar seus ganhos por meio de um conjunto de práticas que fazem toda a diferença no orçamento final. E, acredite: isso é consequência de um planejamento financeiro eficiente.

Dicas para fazer um bom planejamento financeiro

Quando se fala em planejamento financeiro, é importante ressaltar que não se trata apenas de economizar o dinheiro que sobra no fim do mês, pois é preciso planejar até mesmo o quanto deve ser economizado mensalmente. Assim, esse trabalho envolve o desenvolvimento de uma consciência financeira e a mudança de atitude em relação ao dinheiro, de modo que as novas práticas façam naturalmente parte do dia a dia. Mas você sabe exatamente como começar esse processo? Para ajudá-lo, preparamos uma lista com ações importantes para você manter suas finanças no caminho certo. Confira!

Tenha disciplina

Como já comentamos, disciplina é essencial para que seu planejamento financeiro tenha sucesso. Ela é que vai ajudá-lo a se manter na linha, evitando dívidas desnecessárias e economizando conforme o que foi programado, garantindo, assim, que o planejamento realmente seja executado e traga os resultado almejados. Além disso, a disciplina também é essencial para que os investimentos proporcionem um bom retorno, pois quando você aplica mensalmente um determinado valor, o rendimento é bem melhor por conta dos juros compostos.

Defina as metas e os sonhos

Estabeleça quais são os seus sonhos e as metas para os próximos anos, especificando em quanto tempo deseja alcançá-los. Viajar mais, ter uma renda maior, comprar um carro… Tudo precisa ser anotado para que você tenha uma visão ampla e possa adaptar seu estilo de vida de forma adequada aos objetivos estabelecidos para que seja possível conquistá-los no prazo estabelecido. Dentre as ações possíveis para essa mudança, podemos citar a troca de emprego, a busca por produtos mais acessíveis que supram suas necessidades, a redução de gastos, investimentos e assim por diante.

Controle as receitas e os gastos

Anote tudo o que acontece com o seu orçamento, desde o valor que entra na sua conta (como seu salário) até cada um dos gastos que fizer ao longo dos meses (e isso inclui o cafezinho). Essa medida permite que você saiba precisamente quanto tem disponível e qual é a origem e o destino do seu dinheiro. Assim, vai conseguir identificar todos os gastos que podem ser evitados e, consequentemente, economizar. Da mesma forma, também será possível prever as despesas futuras para que suas finanças estejam preparadas para abraçá-las.

Defina uma estratégia de investimento

Embora a maioria dos brasileiros ainda não esteja familiarizada com os diferentes tipos de investimento, definir uma estratégia nesse sentido é essencial para o crescimento financeiro. Claro que, para isso, é necessário estudo e a orientação de profissionais, pois eles podem ajudar na escolha da melhor opção para o seu perfil. Bolsa de valores, títulos do Tesouro Nacional e previdência privada são alguns dos tipos existentes e oferecem mais vantagens que a poupança, por exemplo.

Compre somente o que você precisa

Pode parecer uma tarefa difícil, mas você já parou para pensar no quanto gastamos com produtos ou serviços que mal utilizamos? Esse dinheiro poderia ser direcionado para algo realmente necessário ou ir para a cota de economia e investimentos, concorda? Para fugir desse perigo, uma dica é sempre fazer listas com todos os itens necessários antes de fazer uma compra e nunca gastar com o que estiver fora dela. Lembre-se de manter um estilo de vida que esteja de acordo com suas finanças.

Compare os preços dos produtos e serviços

Evite comprar um produto ou contratar um serviço sem antes estudar as opções disponíveis no mercado. Hoje, essa tarefa ficou bem mais fácil por conta da internet, que também permite avaliar a credibilidade e a qualidade da empresa em questão. Afinal, não adianta comprar ou contratar algo muito barato e depois ter prejuízo porque a empresa não trabalha bem. Quando você faz essa análise antes de fechar qualquer negócio, muitas vezes é possível obter uma economia importante e ter produtos e serviços de qualidade.

Utilize dinheiro na hora das compras

Por mais que o cartão de débito seja prático, ter o dinheiro em mãos permite que você consiga controlar melhor seus recursos. Isso acontece porque o valor disponível para gastos torna-se mais palpável e, consequentemente, fica mais fácil controlar as despesas. O resultado é que as chances de se gastar mais do que se pode são bem menores, evitando que se caia nas armadilhas do consumo. Além disso, com o dinheiro você pode otimizar o troco das compras, com serviços como o da Troco Simples. Assim, as moedinhas que muitas vezes não são devidamente valorizadas vão para uma conta no seu CPF, na qual são acumuladas e seu valor rende 6% ao ano.

Agora que você já tem as informações essenciais de um bom planejamento financeiro, não perca mais tempo e faça já o seu. Comece a dar valor a cada moedinha de troco, pois, juntas, fazem a diferença no orçamento final. Inclusive, a Troco Simples oferece uma forma de organizar e otimizar seu troco, evitando que seja esquecido ou fique perdido nas bolsas. Acesse nosso site e descubra mais!

23
nov

Fechamento de caixa: quatro dicas para evitar dores de cabeça

Para os comerciantes, o fechamento de caixa é uma tarefa que pode dar muita dor de cabeça se não for feita com muito cuidado. Isso porque essa atividade é a base operacional de toda a gestão financeira de um negócio. Ou seja, é pelo seu fluxo de caixa que é possível saber quanto recebeu, quanto pagou e como está a movimentação diária. Então, ter um controle eficiente é o primeiro passo para garantir o sucesso da sua loja. Nesse sentido, elaboramos algumas dicas para facilitar e auxiliar nesse processo, evitando aquelas surpresas indesejadas no fim do dia. Confira!

1. Saiba qual é o seu saldo inicial na abertura do caixa

Saber o seu saldo inicial é o primeiro passo para garantir um fechamento de caixa correto. Portanto, conte o dinheiro que você tem em caixa para realizar uma abertura com o saldo real e sem erros no início. À medida que cada lançamento é realizado no fluxo de caixa, seja pagamento, seja recebimento, o saldo será alterado. No fim do expediente seu saldo de fechamento de caixa será resultado da equação que iniciou com o saldo de abertura do caixa e que, durante o dia, foi variando de acordo com as entradas e saídas de valores.

2. Registre todas as entradas e saídas

É necessário registar desde o valor de reserva (fundo de troco) até as demais entradas e saídas que forem ocorrendo ao longo do dia. Se você ainda faz o controle manualmente, anote cada operação, confira e junte os comprovantes para fazer o fechamento mais tarde. Caso você utilize um software de gestão, a atividade fica mais simples, basta lançar cada ação no sistema, conferir os dados e guardar os comprovantes. Depois, a própria ferramenta faz automaticamente o cálculo para fechar o caixa e, em poucos cliques, é possível ter um relatório com tudo que você precisa.

3. Confira sempre os valores do caixa

Não importa como você faz o seu fechamento de caixa, se manualmente ou por meio de um software: ele deve ser realizado no fim do expediente e todas as movimentações devem ser conferidas diariamente, pois isso ajuda a evitar incoerências nos valores. Uma tática comumente utilizada e que facilita muito a vida é separar os documentos das transações por tipo, podendo ser da seguinte forma:

  • Dinheiro (moedas e notas);
  • Cheques (à vista e pré-datados);
  • Cartões de crédito e débito;
  • Tickets (se a sua empresa aceita esta forma de pagamento);
  • Pagamentos de despesas diversas;
  • Vales para funcionários.

Assim, se houver alguma divergência por motivos de troco errado, recolhimento de dinheiro (sangrias) que não foi registrado ou troca de mercadorias sem ter dado baixa, por exemplo, você consegue identificar antes mesmo de fechar o caixa e corrigir rapidamente.

4. Facilite o troco

Dar o troco é um momento que pode causar muita tensão para o operador de caixa e insatisfação para o cliente. Afinal, quem trabalha no varejo sabe que a entrada e a saída de dinheiro são constantes, o que acaba refletindo no caixa, pois aquelas notas de baixo valor, de R$ 2 e R$ 5, bem como as moedas, são sempre as primeiras a saírem. Então, eventualmente, chega a hora em que não há mais troco para todos e você é obrigado a dar descontos para arredondar valores de acordo com o que tem disponível no caixa.

Veja como a Troco Simples pode ajudar no fechamento de caixa

Desse modo, buscar alternativas para facilitar o troco é essencial para deixar o seu cliente satisfeito e não ter incoerências de valores na hora de fechar o seu caixa. Um excelente exemplo para simplificar a vida de todos é o Troco Simples. Com esse aplicativo é possível pagar o consumidor digitalmente, basta cadastrar a sua empresa e gerar um boleto no valor que você quer ter disponível no sistema como troco. Logo, você não precisa se preocupar com as moedas e cédulas no seu caixa, porque é só ir creditando o valor do troco diretamente no CPF do seu cliente. Muito bom, não é mesmo? Além disso, os seus clientes também têm benefícios, pois eles podem acumular os valores e obter vantagens, como valorização do dinheiro e prêmios.

Por falar nisso, baixe gratuitamente o nosso infográfico “Quanto você perde recebendo troco em moedas?” e entenda como é possível investir o seu dinheiro corretamente, poupando o dinheiro público de novas produções de cédulas e moedas. Clique no banner abaixo e descubra!

 

Pronto! Com essas dicas você evita surpresas desagradáveis ao fechar o caixa e garante um controle financeiro eficiente para o sucesso do seu comércio. Agora, que tal colocar todo o aprendizado em prática? Aproveite também a oportunidade para se cadastrar e incentivar o seu cliente a utilizar o aplicativo da Troco Simples. Assim, todos poderão se beneficiar das facilidades que ele pode oferecer. Entre em contato com a gente e saiba mais!

17
nov

As vantagens e os cuidados da Black Friday para lojas físicas

Com consecutivos recordes no faturamento registrados todos os anos pelo e-commerce, a edição de 2017 da Black Friday, marcada para 24 de novembro, tem tudo para ser um sucesso mais uma vez. De acordo com pesquisa da Ebit, empresa especializada em informações sobre o comércio eletrônico, a expectativa é de um aumento de 15% no volume de vendas em comparação com 2016, chegando a R$ 2,185 bilhões.

O número de pedidos também deve crescer, indo de 2,92 milhões para 3,1 milhões. O mesmo está previsto para acontecer com o ticket médio, que pode ter alta de 6,4%, alcançando a marca de R$ 695. Os números impressionam, mas engana-se quem pensa a Black Friday é uma data importante apenas para o e-commerce.

É cada vez maior o números lojas físicas participantes e volume de consumidores que procuram esses estabelecimentos em busca de descontos nessa ocasião. Uma pesquisa do Google, inclusive, aponta que 34% dos entrevistados devem procurar uma loja física durante a Black Friday.

As vantagens de participar da Black Friday

Participar da Black Friday gera algumas vantagens para as lojas físicas. Uma delas é o próprio aumento no volume de vendas, que é considerável quando comparado aos dias normais. Para muitos estabelecimentos, pode ser a oportunidade de equilibrar as contas da empresa ou de levantar um capital para algum investimento no negócio.

Outra vantagem é a possibilidade de realizar uma queima de estoque. Esse é, inclusive, o motivo pelo qual surgiu a Black Friday nos Estados Unidos. A ideia é eliminar tudo o que não foi vendido até então e liberar espaço no estoque para os produtos de Natal. Mesmo que no Brasil esse não seja um mote, trata-se de uma grande oportunidade, que, inclusive, está ligada ao benefício que mencionamos anteriormente.

Com o estoque renovado, o lojista pode entrar para o período de Natal com um melhor planejamento, podendo pensar em estratégias mais assertivas e voltadas para os produtos mais adequados para o período.

Mais uma importante vantagem que a Black Friday proporciona ao varejo é a atração de novos clientes. Seduzidos por promoções, muitos consumidores podem ter o primeiro contato com a loja na Black Friday, gerando uma grande oportunidade de fidelizar esse público, mostrando a ele o que o estabelecimento tem a oferecer, os diferenciais e, claro, o bom atendimento.

A importância do planejamento

No entanto, para que tudo isso funcione e a Black Friday realmente se converta em vantagens para os lojistas, é fundamental se planejar e estar bem preparado para a data. Como diz o ditado: todo cuidado é pouco.

Entre os preparativos, o empresário deve conversar com seus fornecedores, tentando preços melhores e também produtos diferenciados, que chamem a atenção dos consumidores e que não concorram com os que já fazem parte do seu catálogo. Esse pode ser o grande chamariz para seu estabelecimento.

Não dar um passo maior do que a perna também é mais uma dica vital para a Black Friday. Na empolgação da data, é preciso ter cuidado para não conceder descontos que estejam além da capacidade. No fim, isso poderá comprometer de forma séria o caixa da loja e causar um grande prejuízo. Ser realista é o ideal.

Cuidados importantes

O cuidado mais importante a ser observado na Black Friday é a honestidade para com o público. Existe, em torno da data, uma desconfiança em relação à veracidade das promoções, fazendo com o que o público fique com um pé atrás. Então, é dever do comerciante ser o mais honesto possível na hora de dar os descontos nos produtos. Não vale aumentar o valor e fazer “metade do dobro”.

Outro cuidado que pode fazer toda a diferença para as lojas físicas é com o troco. Com o aumento da demanda no dia da Black Friday, esse pode realmente acabar sendo um problema se o lojista não se preparar adequadamente.

Para isso, correr atrás de moedas ou notas de menor valor pode não ser a melhor solução, pois sempre pode acabar faltando, uma vez que o empresário não tem como prever exatamente qual será o volume de clientes que atenderá neste dia.

Dessa forma, é essencial buscar outras opções. Uma delas é oferecida pela Troco Simples, que desenvolveu um aplicativo pelo qual o troco, ao invés de ser pago em moedas ou notas de pequeno valor, vira crédito no CPF do cliente, rendendo várias vantagens. Que tal conhecer melhor nossa solução, descobrir como ela é capaz de deixar sua empresa mais organizada e, assim, evitar preocupações com o troco? Acesse nosso site e entre em contato para tirar todas as suas dúvidas!

24
out

Guardar dinheiro em casa não é o melhor negócio para economizar

Desde criança a gente aprende a colocar as moedas que recebemos de troco no cofrinho, seja ele um porquinho, seja uma lata ou mesmo uma garrafa de plástico. É difícil encontrar alguém que nunca tenha feito isso pelo menos em uma fase da vida. Mas será que guardar dinheiro dessa forma é realmente um bom negócio? De maneira convicta, nós respondemos que não. E vamos mostrar a você quais são as desvantagens dessa prática.

Guardar dinheiro é sinônimo de boa administração dos recursos, afinal, significa que a pessoa não gasta de maneira indiscriminada e se preocupa em poupar para algum objetivo específico ou para uma possível emergência. E é isso mesmo! Trata-se de uma atitude correta e inteligente. O problema está na forma como esses valores são poupados.

Quando você guarda dinheiro em casa, ele fica ali parado, depreciando, quer dizer, perdendo valor por conta da ação da inflação. Vamos explicar melhor: se um montante de R$ 300 em moedas for utilizado agora, ele terá um certo poder de compra, capaz de adquirir uma determinada quantia de alimentos, por exemplo.

Agora, se a pessoa deixar esses mesmos R$ 300 parados durante um ano, esse valor perderá poder de compra. Considerando a inflação de 2016 medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que foi de 6,29%, aquela quantia de alimentos estará R$ 18,87 mais cara, custando R$ 318,87. Assim, o montante acumulado não será mais suficiente.
O mesmo cálculo vale para quem tem a prática de guardar dinheiro para viajar. As passagens ficam mais caras, assim como as diárias dos hotéis e tudo o que você for comprar no próprio local de destino. Então, aquele planejamento inicial pode ser um pouco prejudicado se os valores estiverem guardados em casa, parados e sob a ação da inflação.

Guardar dinheiro deve significar valorização

Se guardar dinheiro em casa não é o melhor negócio, qual prática devemos adotar? Alguma que evite a depreciação e, de preferência, valorize a quantia que você tem acumulado. Assim, o poder de compra é preservado e há a possibilidade de que ele seja ampliado.

Isso pode ser feito por meio de aplicações em bancos, instituições financeiras ou empresas. Em qualquer uma dessas opções, os valores depositados renderão juros e, dependendo do percentual, esse rendimento pode corrigir a inflação ― que já é algo positivo ― ou mesmo valorizar, permitindo que a quantia aumente.

Digamos que você tenha depositado R$ 400 em uma aplicação que, em um ano, ofereceu rendimentos de 5%. Se a inflação foi de 3%, houve, nesse caso, um ganho. A inflação gerou uma perda de R$ 12 e o rendimento ficou em R$ 20, gerando um saldo positivo de R$ 8. Pode até parecer pouco, mas qualquer lucro é bem-vindo, não é mesmo?

Segurança do dinheiro

Além da desvalorização, a prática de guardar dinheiro em casa também compromete a segurança dos valores. Primeiro, porque é muito fácil perder moedas e outros trocados. Podem cair em qualquer canto e ficar lá por um bom tempo, assim como também há uma chance de ficarem escondidos em gavetas.

Mudanças ou quaisquer outras alterações feitas na casa podem fazer com que as moedas e as cédulas de menor valor se percam. O cofrinho pode ir parar em um lugar que ninguém mais encontra, por exemplo. E aí todo aquele esforço de guardar cada centavo terá sido em vão.

Deu para perceber que guardar dinheiro em casa tem muitas desvantagens, não é verdade? Então, agora é hora de buscar uma solução. Para resolver aquela questão das moedas devolvidas na padaria, no supermercado ou em algum outro estabelecimento comercial, a Troco Simples oferece uma alternativa que se encaixa perfeitamente na ideia que abordamos até aqui.

Por meio de um aplicativo, você recebe o troco do comércio em créditos no seu CPF, ou seja, não precisa ficar com moedas e levá-las para casa. Entre outras vantagens, como prêmios e a possibilidade de fazer recarga no celular, esse dinheiro pode render até 6% ao ano, proporcionando sua valorização ao invés de ficar esquecido numa gaveta e sofrendo depreciação.

Para utilizar, basta baixar o aplicativo, se cadastrar e procurar um estabelecimento que também seja cadastrado. Se aquele seu restaurante favorito ainda não utiliza, apresente o sistema e mostre o que o comércio ganha ao não ficar dependendo tanto das moedas no caixa. Assim, todos saem ganhando!

E por falar em receber o troco em moedas, que tal descobrir quanto dinheiro perdemos ao aceitá-lo assim? Baixe nosso infográfico e entenda!

Para receber outras dicas, continue acessando nosso blog.

18
out

Saiba quais são as vantagens de pagar em dinheiro

Quando o assunto é pagamento, não podemos negar os benefícios que os cartões de débito e crédito trouxeram aos consumidores, entre eles a comodidade e a segurança. Mas nem por isso precisamos esquecer ou deixar de lado as vantagens de pagar em dinheiro, pois elas existem, sim, e estão mais atuais do que nunca. Neste artigo, vamos apresentá-las e mostrar a você que ainda vale a pena utilizar as velhas cédulas na hora de ir ao mercado, à padaria ou a qualquer outro estabelecimento comercial.

Entre as vantagens de pagar em dinheiro, a mais importante delas diz respeito à economia que o consumidor pode fazer. Esse benefício passou, inclusive, a ser garantido pela legislação. No fim de junho de 2017, o presidente Michel Temer sancionou uma lei que dá aos comerciantes a possibilidade de cobrar preços diferentes para o mesmo produto ou serviço dependendo do meio de pagamento que for utilizado.

Dessa forma, um estabelecimento pode cobrar, por exemplo, um valor para compras em dinheiro e outro para as compras em cartão. Isso até já acontecia, mas agora os comerciantes têm segurança jurídica para continuar adotando essa prática, não precisando se preocupar com multas e outras penalidades, desde que, claro, façam tudo conforme diz a nova lei.

O principal argumento da proposta apoia-se no fato de que para usar os cartões como meio de pagamento é necessário arcar com alguns custos de taxas e juros. Sem a permissão para praticar diferentes preços, havia margem para que os comerciantes acabassem passando esses valores para todos os clientes, independentemente da forma utilizada para pagar a conta.

Com a lei, o comerciante, ao ser autorizado a diferenciar os valores, deixa de cobrar esses custos dos pagamentos em dinheiro, oferecendo, assim, algum desconto para quem paga dessa forma. É preciso deixar claro, porém, que o estabelecimento deve informar, em local visível, que oferece esse benefício.

Outras vantagens de pagar em dinheiro

Entre as vantagens de pagar em dinheiro está a garantia de que, dificilmente, você terá problema de aceitação, diferentemente do cartão. Alguns pequenos estabelecimentos ainda resistem em adotar esse formato, preferindo receber os valores no formato físico, na hora, sem intermediações.

Mas, para além disso, a cédula é uma garantia até mesmo na hora de realizar o pagamento em estabelecimentos que aceitam cartão. Não é raro ouvir em rodas de amigos alguém contando que teve problemas com a máquina ou com o próprio cartão, seja por questões do banco, seja de tecnologia. Falta de internet e energia ou falha no chip são apenas algumas das causas.

Por isso, é importante sempre ter algum dinheiro na carteira, pois evita situações constrangedoras e salva em caso de algum imprevisto. Só é importante lembrar que não pode ser um montante muito alto, pois chama atenção ou causa prejuízo em caso de perda.

Outra vantagem está ligada ao comportamento do consumidor. Com dinheiro na carteira, fica mais fácil fazer um controle do que está gastando, porque é possível ver os valores saindo. No cartão, para muitas pessoas, é mais difícil visualizar o resultado final desses gastos e o impacto deles no orçamento do mês.

Dessa forma, uma consequência é não fazer compras desnecessárias, que seriam feitas apenas por impulso. É um efeito psicológico que, na ponta do lápis, pode render uma economia significativa. Se você, por exemplo, bate o olho em uma camiseta de R$ 98, olha para a carteira e vê uma nota de R$ 100, pode acabar refletindo sobre o impacto dessa possível compra nas finanças. Pode até adquirir a peça, mas com muito mais consciência do que está fazendo.

A Troco Simples oferece a você mais uma vantagem. Nós desenvolvemos um aplicativo por meio do qual o troco, ao invés de ser pago em moedas ou notas de pequeno valor, vira crédito no seu CPF, rendendo algumas vantagens, como valorização e prêmios. Para isso, basta se cadastrar e buscar estabelecimentos que também são cadastrados. Assim, pagar em dinheiro ganha mais um atrativo, não é verdade?

E então, que tal conhecer melhor nosso sistema? Venha conversar com a gente!

10
out

Como evitar o desgaste com os clientes por falta de troco no comércio

O consumidor vai fazer o pagamento, dá uma nota de R$ 10, R$ 20 ou R$ 50, o comerciante olha para o caixa e não encontra moedas ou notas de menor valor para devolver. Com isso, a pessoa, que muitas vezes está com pressa, precisa esperar enquanto uma solução é procurada. Esse é um roteiro bastante conhecido no mercado e muita gente deve enfrentá-lo mais de uma vez por dia. O desgaste com o cliente por falta de troco no comércio acaba, infelizmente, sendo algo muito comum.

E isso pode ter um impacto maior ou menor, dependendo do humor e da paciência do cliente. Alguns entendem a situação com mais facilidade e outros, por conta de uma série de fatores, se irritam e podem até mesmo perder o controle em um caso mais extremo. Independentemente do grau de incômodo gerado, ele deve ser evitado pelos comerciantes.

Problemas acontecem e ninguém está imune a eles, mas o consumidor não deve, em hipótese alguma, ser penalizado. Até porque a primeira coisa que ele pensa é: se a loja não tem troco, a culpa não é minha. Por que eu tenho que ficar aqui esperando e pagando o preço pela falta de organização? Essa é uma pergunta que também surge.

Por mais que você saiba que a questão não seja a falta de organização, é fundamental entender a situação do cliente e não entrar em conflito. Afinal, ele entende que está pagando por um produto ou serviço e que, por isso, merece receber um atendimento de qualidade.

Como evitar o desgaste com o cliente por falta de troco no comércio

Uma maneira de evitar esse desgaste por falta de troco no comércio, portanto, é justamente entender que, de fato, o cliente merece um bom atendimento. E isso inclui o cumprimento da legislação e o respeito ao direito do consumidor. Algumas práticas regularmente utilizadas por estabelecimentos comerciais quando há falta de troco são ilegais.

Uma delas é a oferta de balas, chicletes e outros itens menores no lugar do troco, ação que pode ser considerada venda casada, ou seja, condicionar a venda de um produto a outro, o que é proibido pelo Código de Defesa do Consumidor. Isso porque o cliente quer levar determinado produto e, devido à falta de troco, é obrigado a levar outro.

Da mesma forma, arredondar o valor para cima, como nos casos de preços a R$ 1,99, também é uma prática ilegal, podendo ser considerada enriquecimento ilícito, pois o estabelecimento estaria lucrando indevidamente às custas do patrimônio alheio.

Além disso, arredondar o valor para cima também pode ser interpretado como propaganda enganosa, já que o produto foi anunciado com um preço e, na hora de pagar, ele é cobrado com outro.

Tanto a bala quanto o arredondamento para cima podem parecer ações corriqueiras e normais, mas, como vimos, são ilegais. E mesmo que não fossem, deveriam ser eliminadas, porque demonstram pouco respeito ao consumidor e geram o desgaste que poderia ser evitado.

Quando há falta de troco no comércio, a lei determina que o estabelecimento arredonde o valor para baixo. No caso de uma conta de R$ 10,98, por exemplo, o comerciante deve devolver R$ 0,05. Se ele não tiver essa quantia, passa para R$ 0,10, R$ 0,25 e assim por diante. É obrigação da empresa devolver o troco corretamente.

Resolvido o problema do desgaste com os clientes, pode surgir aqui outro dilema. Ao ter que arredondar o valor para baixo, o estabelecimento pode, dependendo da frequência, acabar tendo um prejuízo, já que estará abrindo mão de um valor que foi devidamente calculado dentro de uma margem de lucro. Um supermercado, por exemplo, pode perder uma quantia considerável dessa maneira.

Mas aí a solução não seria arredondar os valores no momento da precificação? Quem é comerciante sabe que os números acabam ficando quebrados por conta da disputa com a concorrência, principalmente em supermercados, em que as diferenças ficam em poucos centavos.

Como resolver tudo isso, então? Não dependendo tanto de moedas e notas de menor valor para devolver o troco. Existem soluções tecnológicas que cumprem essa função, dando ao comerciante a flexibilidade e tirando a preocupação de ficar sempre abastecendo o caixa com trocados.

Entre as alternativas está o aplicativo Troco Simples, que consiste em um sistema pelo qual os comerciantes devidamente cadastrados podem oferecer o troco em crédito no CPF do cliente, em vez retornar o dinheiro em moedas ou cédulas. Os clientes podem acumular os valores e obter algumas vantagens, como valorização do dinheiro e prêmios.

Gostou da ideia? Conheça melhor o aplicativo Troco Simples e saiba como ele pode ajudar seu estabelecimento a resolver o problema da falta de troco e atuar também na fidelização de clientes. Converse com a gente!

5
out

Saiba o que fazer para não ficar vulnerável à falta de troco no mercado

Se fizéssemos uma enquete perguntando aos comerciantes se eles já passaram por problemas de falta de troco, é provável que o “não” tenha um percentual muito baixo. Querendo ou não, ter que se virar para conseguir devolver os valores aos clientes faz parte do dia a dia do responsável pelo caixa dos estabelecimentos comerciais, que precisa lidar com as mais diferentes situações na hora de negociar o pagamento.

Esse profissional sabe muito bem que, em grande parte, o problema da falta de troco é causado pela ausência de moedas no mercado. E ao olhar os números, não é difícil entender o porquê dessa realidade. De acordo com o Banco Central, o conjunto das moedas entesouradas, ou seja, guardadas das mais variadas formas, representa cerca de 35% do total.

Se considerarmos quase 25 bilhões de moedas de Real emitidas desde 1994, chegamos ao número estimado de 8,7 bilhões de moedas entesouradas, o que corresponde a aproximadamente R$ 1,4 bilhão. É muita coisa, não é mesmo? Imagine a diferença que elas fariam se estivessem circulando!

A questão é que, infelizmente, não dá para contar com isso. Guardar moedas em cofrinhos, latas, garrafas de refrigerante, gavetas e na própria carteira é um costume bastante enraizado. Até mesmo entre os comerciantes é difícil encontrar alguém que nunca tenha feito sua reserva de moedas.

Essa é uma das maneiras mais fáceis que as pessoas encontram de guardar dinheiro para executar algum plano ou para se prevenir de algum imprevisto — bom, pelo menos elas acham que é o modo simples e correto. É um processo automático. Vai à padaria ou ao mercado e recebe moedas de troco? Imediatamente as guarda para colocar no cofrinho! Costuma ser exatamente assim, não é verdade?

Para termos uma ideia do quanto essa prática já virou hábito, o Banco Central chegou a lançar uma campanha pedindo para que as pessoas retirem as moedas do bolso e façam elas circularem no mercado. É uma forma de amenizar o problema e tentar ajudar os comerciantes.

Além da iniciativa do Banco Central, os próprios comerciantes tentam mudar essa realidade. Não faltam exemplos de estabelecimentos que oferecem vantagens para quem faz o pagamento em moedas. Alguns bares chegam a vender cerveja por R$ 1 para quem realizar o pagamento com o tão sonhado metal.

A questão da sustentabilidade

A falta de circulação de moedas não causa apenas o problema de falta de troco. Há ainda um prejuízo para o meio ambiente. Isso porque o entesouramento gera a necessidade de produção. Em 2016, de acordo com dados do Banco Central, os custos de suprimentos chegaram a R$ 243 milhões: foram colocadas em circulação 761 milhões de unidades de novas moedas, 11% acima do total disponibilizado em 2015 (685 milhões).

O problema atinge um patamar muito alto e o preço a ser pago é considerável para ser ignorado. Otimizar o uso das moedas, portanto, gera uma economia de recursos públicos, de energia e de minérios. E isso, às vezes, passa batido, não é mesmo?

Como reduzir a exposição à falta de troco

Por tudo que isso que abordamos até aqui, uma coisa é certa: o comércio não pode ficar dependente da moeda para conseguir oferecer o troco para seus clientes. Por mais que existam iniciativas e campanhas para tentar conscientizar as pessoas e tentar amenizar o problema, o fato é que não dá para ficar esperando por isso.

Os comerciantes precisam ir em busca de alternativas, apelar para a criatividade e, principalmente, para a tecnologia. Existem opções que podem ajudar as empresas a resolverem o problema de falta de troco.

Além disso, é importante ter em mente que as pessoas estão cada vez mais conectadas e, por isso, têm mais facilidade para lidar com soluções tecnológicas. Elas, inclusive, esperam por isso e dão mais valor para estabelecimentos que encontram alternativas criativas e que oferecem vantagens interessantes.

A Troco Simples oferece uma solução que se encaixa perfeitamente nessa ideia. Criamos um aplicativo pelo qual os comerciantes cadastrados podem oferecer o troco em crédito no CPF do cliente, em vez retornar o dinheiro em moedas ou cédulas. Os valores podem ser acumulados e render juros e outras vantagens, como prêmios e a possibilidade de colocar créditos no celular. Assim, reduz-se a preocupação em ter um montante no caixa para utilizar de troco.

Para os clientes participarem, como o próprio nome do aplicativo indica, é simples também: basta que se cadastrem gratuitamente no sistema. E aí é importante o comerciante mostrar os benefícios e incentivar as pessoas a fazerem isso. Quanto mais consumidores estiverem participando, menor será a preocupação em ter moedas e cédulas de menor valor para dar como troco.

Conheça a Troco Simples e saiba em detalhes como funciona nosso aplicativo. Queremos ser parceiros do seu negócio, ajudando você a resolver um problema e ainda oferecendo vantagens para seus clientes. Conte com a gente!

1
set

Troco Simples é o melhor jeito de cuidar do seu dinheiro

O Troco Simples é o melhor jeito de cuidar do seu dinheiro e a gente te explica o porquê! Além de ser fácil de usar, ele concentra o seu troco em um só lugar, por isso, esqueça aquela mania de jogar as suas moedas de troco em qualquer lugar da bolsa ou da casa. Além disso, você pode lucrar com o aplicativo e participar de muitas vantagens como cliente ou estabelecimento.

Como o Troco Simples cuida do seu dinheiro

Se você acha que no seu porquinho suas moedas estão mais seguras, você certamente ainda não conhece o modelo de rendimento e pontuação do Troco Simples. Aqui seu troco vale dinheiro e benefícios.

A cada 100 pontos você ganha R$10 para gastar como preferir e para obter pontos basta movimentar sua conta, por isso quanto mais você usar, melhor. Confira as formas de conseguir pontos

  • Comprar ofertas (4 pontos)
  • Pagar estabelecimentos (3 pontos)
  • Receber troco (2 pontos)
  • Indicar amigos (5 pontos)
  • Recarregar celular (2 pontos)
  • Comprar produtos e serviços (3 pontos)

O seu dinheiro rende mais

Cofrinho não é poupança! Não que ele seja um inimigo, mas existem formas melhores para reservar o seu dinheiro.

No Troco Simples o troco acumulado no seu aplicativo pode render até 6% ao ano e de 0,3% a 0,5% ao mês de acordo com o troco concentrado. Ou seja, aquelas moedas que ficariam perdidas no fundo da sua bolsa agora podem te render ainda mais dinheiro.

Estabelecimentos homologados

Muitas vezes nós não temos controle sobre o quanto gastamos e recebemos de troco. Com o Troco Simples, além de ter a vantagem desse controle, você pode fazer compras nos estabelecimentos parceiros. De troco em troco você pode acumular dinheiro o suficiente para isso, ou pode optar por recarregar sua conta apenas com o necessário, deixando de lado os gastos não planejados.

Transferência bancária e para cartão VISA

Você pode transferir todo o seu saldo para qualquer conta bancária, a qualquer hora e com facilidade. Seu troco também pode ser crédito no seu cartão VISA, basta transferir. Ou seja, aquele troco que poderia ser usado para compras superficiais pode ser aplicado em sua conta e servir de complemento para o valor de algo que você está precisando comprar.

O Troco Simples é ou não é a melhor forma de cuidar do seu dinheiro? Baixe o aplicativo, é grátis! 😉

4
ago

Saiba como fazer seu dinheiro render mais sendo autônomo

O trabalho autônomo tem sido uma opção cada vez mais recorrente dos brasileiros, não somente para aqueles que estão desempregados, mas também para quem quer ter uma renda extra além daquela que ganha em seu trabalho. Saiba como fazer o seu dinheiro render mais sendo autônomo.

A profissão autônoma é aquela pessoa que não vive sob o regime CLT (Consolidações das leis do trabalho) e se por um lado não tem carteira assinada nem 13° e outros benefícios ofertados a quem é funcionário contratado, por outro ela não tem chefe e faz seus próprios horários.

Como fazer seu dinheiro render mais sendo autônomo

Os autônomos precisam ter disciplina quando se trata de controle financeiro, já que os rendimentos podem variar de um mês para o outro.

Acompanhe suas finanças

Acompanhar as suas finanças é um dos passos mais importantes de um profissional autônomo. É preciso saber exatamente quanto dinheiro está saindo ou entrando, ter completo controle sobre suas receitas e despesas. Para isso existem modelos de controle de finanças prontos na internet, como aplicativos, softwares ou o Excel.

Estabeleça metas

Estabelecer metas é importante para manter o foco e também serve como motivação profissional. Crie metas como, quanto quero ganhar por ano? Em quanto tempo quero me aposentar? Etc.

Mantenha reservas

Os rendimentos do trabalho autônomo não são fixos, e podem variar de mês para mês. Por esse motivo é importante que você mantenha reservas, recomenda-se poupar 10% dos seus ganhos mensais, dessa forma, se você passar por algum imprevisto como uma enfermidade ou uma viagem de última hora, estará preparado.

Evite comprar em parcelas

Sabendo que o seu rendimento pode variar a todo mês, não é aconselhado efetuar compras parceladas. Prefira fazer compras sempre com o dinheiro em mãos, você não sabe quando seu negócio passará por um período difícil.

Reveja seus preços regularmente

Manter seus preços estáveis por muito tempo pode afastar sua clientela e fazer com que lentamente o seu negócio perca a viabilidade. Revise o preço dos seus serviços a cada seis meses, assim você consegue acompanhar as mudanças do mercado, e se precisar aumentar os preços, faça isso gradativamente, é bem mais eficiente do que aumentar todo o preço de uma vez só.

 

E aí, preparado para fazer o seu dinheiro render mais sendo autônomo? Continue acompanhando o blog para mais dicas e informações sobre o mundo das finanças.