outubro 2017

24
out

Guardar dinheiro em casa não é o melhor negócio para economizar

Desde criança a gente aprende a colocar as moedas que recebemos de troco no cofrinho, seja ele um porquinho, seja uma lata ou mesmo uma garrafa de plástico. É difícil encontrar alguém que nunca tenha feito isso pelo menos em uma fase da vida. Mas será que guardar dinheiro dessa forma é realmente um bom negócio? De maneira convicta, nós respondemos que não. E vamos mostrar a você quais são as desvantagens dessa prática.

Guardar dinheiro é sinônimo de boa administração dos recursos, afinal, significa que a pessoa não gasta de maneira indiscriminada e se preocupa em poupar para algum objetivo específico ou para uma possível emergência. E é isso mesmo! Trata-se de uma atitude correta e inteligente. O problema está na forma como esses valores são poupados.

Quando você guarda dinheiro em casa, ele fica ali parado, depreciando, quer dizer, perdendo valor por conta da ação da inflação. Vamos explicar melhor: se um montante de R$ 300 em moedas for utilizado agora, ele terá um certo poder de compra, capaz de adquirir uma determinada quantia de alimentos, por exemplo.

Agora, se a pessoa deixar esses mesmos R$ 300 parados durante um ano, esse valor perderá poder de compra. Considerando a inflação de 2016 medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que foi de 6,29%, aquela quantia de alimentos estará R$ 18,87 mais cara, custando R$ 318,87. Assim, o montante acumulado não será mais suficiente.
O mesmo cálculo vale para quem tem a prática de guardar dinheiro para viajar. As passagens ficam mais caras, assim como as diárias dos hotéis e tudo o que você for comprar no próprio local de destino. Então, aquele planejamento inicial pode ser um pouco prejudicado se os valores estiverem guardados em casa, parados e sob a ação da inflação.

Guardar dinheiro deve significar valorização

Se guardar dinheiro em casa não é o melhor negócio, qual prática devemos adotar? Alguma que evite a depreciação e, de preferência, valorize a quantia que você tem acumulado. Assim, o poder de compra é preservado e há a possibilidade de que ele seja ampliado.

Isso pode ser feito por meio de aplicações em bancos, instituições financeiras ou empresas. Em qualquer uma dessas opções, os valores depositados renderão juros e, dependendo do percentual, esse rendimento pode corrigir a inflação ― que já é algo positivo ― ou mesmo valorizar, permitindo que a quantia aumente.

Digamos que você tenha depositado R$ 400 em uma aplicação que, em um ano, ofereceu rendimentos de 5%. Se a inflação foi de 3%, houve, nesse caso, um ganho. A inflação gerou uma perda de R$ 12 e o rendimento ficou em R$ 20, gerando um saldo positivo de R$ 8. Pode até parecer pouco, mas qualquer lucro é bem-vindo, não é mesmo?

Segurança do dinheiro

Além da desvalorização, a prática de guardar dinheiro em casa também compromete a segurança dos valores. Primeiro, porque é muito fácil perder moedas e outros trocados. Podem cair em qualquer canto e ficar lá por um bom tempo, assim como também há uma chance de ficarem escondidos em gavetas.

Mudanças ou quaisquer outras alterações feitas na casa podem fazer com que as moedas e as cédulas de menor valor se percam. O cofrinho pode ir parar em um lugar que ninguém mais encontra, por exemplo. E aí todo aquele esforço de guardar cada centavo terá sido em vão.

Deu para perceber que guardar dinheiro em casa tem muitas desvantagens, não é verdade? Então, agora é hora de buscar uma solução. Para resolver aquela questão das moedas devolvidas na padaria, no supermercado ou em algum outro estabelecimento comercial, a Troco Simples oferece uma alternativa que se encaixa perfeitamente na ideia que abordamos até aqui.

Por meio de um aplicativo, você recebe o troco do comércio em créditos no seu CPF, ou seja, não precisa ficar com moedas e levá-las para casa. Entre outras vantagens, como prêmios e a possibilidade de fazer recarga no celular, esse dinheiro pode render até 6% ao ano, proporcionando sua valorização ao invés de ficar esquecido numa gaveta e sofrendo depreciação.

Para utilizar, basta baixar o aplicativo, se cadastrar e procurar um estabelecimento que também seja cadastrado. Se aquele seu restaurante favorito ainda não utiliza, apresente o sistema e mostre o que o comércio ganha ao não ficar dependendo tanto das moedas no caixa. Assim, todos saem ganhando!

E por falar em receber o troco em moedas, que tal descobrir quanto dinheiro perdemos ao aceitá-lo assim? Baixe nosso infográfico e entenda!

Para receber outras dicas, continue acessando nosso blog.

18
out

Saiba quais são as vantagens de pagar em dinheiro

Quando o assunto é pagamento, não podemos negar os benefícios que os cartões de débito e crédito trouxeram aos consumidores, entre eles a comodidade e a segurança. Mas nem por isso precisamos esquecer ou deixar de lado as vantagens de pagar em dinheiro, pois elas existem, sim, e estão mais atuais do que nunca. Neste artigo, vamos apresentá-las e mostrar a você que ainda vale a pena utilizar as velhas cédulas na hora de ir ao mercado, à padaria ou a qualquer outro estabelecimento comercial.

Entre as vantagens de pagar em dinheiro, a mais importante delas diz respeito à economia que o consumidor pode fazer. Esse benefício passou, inclusive, a ser garantido pela legislação. No fim de junho de 2017, o presidente Michel Temer sancionou uma lei que dá aos comerciantes a possibilidade de cobrar preços diferentes para o mesmo produto ou serviço dependendo do meio de pagamento que for utilizado.

Dessa forma, um estabelecimento pode cobrar, por exemplo, um valor para compras em dinheiro e outro para as compras em cartão. Isso até já acontecia, mas agora os comerciantes têm segurança jurídica para continuar adotando essa prática, não precisando se preocupar com multas e outras penalidades, desde que, claro, façam tudo conforme diz a nova lei.

O principal argumento da proposta apoia-se no fato de que para usar os cartões como meio de pagamento é necessário arcar com alguns custos de taxas e juros. Sem a permissão para praticar diferentes preços, havia margem para que os comerciantes acabassem passando esses valores para todos os clientes, independentemente da forma utilizada para pagar a conta.

Com a lei, o comerciante, ao ser autorizado a diferenciar os valores, deixa de cobrar esses custos dos pagamentos em dinheiro, oferecendo, assim, algum desconto para quem paga dessa forma. É preciso deixar claro, porém, que o estabelecimento deve informar, em local visível, que oferece esse benefício.

Outras vantagens de pagar em dinheiro

Entre as vantagens de pagar em dinheiro está a garantia de que, dificilmente, você terá problema de aceitação, diferentemente do cartão. Alguns pequenos estabelecimentos ainda resistem em adotar esse formato, preferindo receber os valores no formato físico, na hora, sem intermediações.

Mas, para além disso, a cédula é uma garantia até mesmo na hora de realizar o pagamento em estabelecimentos que aceitam cartão. Não é raro ouvir em rodas de amigos alguém contando que teve problemas com a máquina ou com o próprio cartão, seja por questões do banco, seja de tecnologia. Falta de internet e energia ou falha no chip são apenas algumas das causas.

Por isso, é importante sempre ter algum dinheiro na carteira, pois evita situações constrangedoras e salva em caso de algum imprevisto. Só é importante lembrar que não pode ser um montante muito alto, pois chama atenção ou causa prejuízo em caso de perda.

Outra vantagem está ligada ao comportamento do consumidor. Com dinheiro na carteira, fica mais fácil fazer um controle do que está gastando, porque é possível ver os valores saindo. No cartão, para muitas pessoas, é mais difícil visualizar o resultado final desses gastos e o impacto deles no orçamento do mês.

Dessa forma, uma consequência é não fazer compras desnecessárias, que seriam feitas apenas por impulso. É um efeito psicológico que, na ponta do lápis, pode render uma economia significativa. Se você, por exemplo, bate o olho em uma camiseta de R$ 98, olha para a carteira e vê uma nota de R$ 100, pode acabar refletindo sobre o impacto dessa possível compra nas finanças. Pode até adquirir a peça, mas com muito mais consciência do que está fazendo.

A Troco Simples oferece a você mais uma vantagem. Nós desenvolvemos um aplicativo por meio do qual o troco, ao invés de ser pago em moedas ou notas de pequeno valor, vira crédito no seu CPF, rendendo algumas vantagens, como valorização e prêmios. Para isso, basta se cadastrar e buscar estabelecimentos que também são cadastrados. Assim, pagar em dinheiro ganha mais um atrativo, não é verdade?

E então, que tal conhecer melhor nosso sistema? Venha conversar com a gente!

10
out

Como evitar o desgaste com os clientes por falta de troco no comércio

O consumidor vai fazer o pagamento, dá uma nota de R$ 10, R$ 20 ou R$ 50, o comerciante olha para o caixa e não encontra moedas ou notas de menor valor para devolver. Com isso, a pessoa, que muitas vezes está com pressa, precisa esperar enquanto uma solução é procurada. Esse é um roteiro bastante conhecido no mercado e muita gente deve enfrentá-lo mais de uma vez por dia. O desgaste com o cliente por falta de troco no comércio acaba, infelizmente, sendo algo muito comum.

E isso pode ter um impacto maior ou menor, dependendo do humor e da paciência do cliente. Alguns entendem a situação com mais facilidade e outros, por conta de uma série de fatores, se irritam e podem até mesmo perder o controle em um caso mais extremo. Independentemente do grau de incômodo gerado, ele deve ser evitado pelos comerciantes.

Problemas acontecem e ninguém está imune a eles, mas o consumidor não deve, em hipótese alguma, ser penalizado. Até porque a primeira coisa que ele pensa é: se a loja não tem troco, a culpa não é minha. Por que eu tenho que ficar aqui esperando e pagando o preço pela falta de organização? Essa é uma pergunta que também surge.

Por mais que você saiba que a questão não seja a falta de organização, é fundamental entender a situação do cliente e não entrar em conflito. Afinal, ele entende que está pagando por um produto ou serviço e que, por isso, merece receber um atendimento de qualidade.

Como evitar o desgaste com o cliente por falta de troco no comércio

Uma maneira de evitar esse desgaste por falta de troco no comércio, portanto, é justamente entender que, de fato, o cliente merece um bom atendimento. E isso inclui o cumprimento da legislação e o respeito ao direito do consumidor. Algumas práticas regularmente utilizadas por estabelecimentos comerciais quando há falta de troco são ilegais.

Uma delas é a oferta de balas, chicletes e outros itens menores no lugar do troco, ação que pode ser considerada venda casada, ou seja, condicionar a venda de um produto a outro, o que é proibido pelo Código de Defesa do Consumidor. Isso porque o cliente quer levar determinado produto e, devido à falta de troco, é obrigado a levar outro.

Da mesma forma, arredondar o valor para cima, como nos casos de preços a R$ 1,99, também é uma prática ilegal, podendo ser considerada enriquecimento ilícito, pois o estabelecimento estaria lucrando indevidamente às custas do patrimônio alheio.

Além disso, arredondar o valor para cima também pode ser interpretado como propaganda enganosa, já que o produto foi anunciado com um preço e, na hora de pagar, ele é cobrado com outro.

Tanto a bala quanto o arredondamento para cima podem parecer ações corriqueiras e normais, mas, como vimos, são ilegais. E mesmo que não fossem, deveriam ser eliminadas, porque demonstram pouco respeito ao consumidor e geram o desgaste que poderia ser evitado.

Quando há falta de troco no comércio, a lei determina que o estabelecimento arredonde o valor para baixo. No caso de uma conta de R$ 10,98, por exemplo, o comerciante deve devolver R$ 0,05. Se ele não tiver essa quantia, passa para R$ 0,10, R$ 0,25 e assim por diante. É obrigação da empresa devolver o troco corretamente.

Resolvido o problema do desgaste com os clientes, pode surgir aqui outro dilema. Ao ter que arredondar o valor para baixo, o estabelecimento pode, dependendo da frequência, acabar tendo um prejuízo, já que estará abrindo mão de um valor que foi devidamente calculado dentro de uma margem de lucro. Um supermercado, por exemplo, pode perder uma quantia considerável dessa maneira.

Mas aí a solução não seria arredondar os valores no momento da precificação? Quem é comerciante sabe que os números acabam ficando quebrados por conta da disputa com a concorrência, principalmente em supermercados, em que as diferenças ficam em poucos centavos.

Como resolver tudo isso, então? Não dependendo tanto de moedas e notas de menor valor para devolver o troco. Existem soluções tecnológicas que cumprem essa função, dando ao comerciante a flexibilidade e tirando a preocupação de ficar sempre abastecendo o caixa com trocados.

Entre as alternativas está o aplicativo Troco Simples, que consiste em um sistema pelo qual os comerciantes devidamente cadastrados podem oferecer o troco em crédito no CPF do cliente, em vez retornar o dinheiro em moedas ou cédulas. Os clientes podem acumular os valores e obter algumas vantagens, como valorização do dinheiro e prêmios.

Gostou da ideia? Conheça melhor o aplicativo Troco Simples e saiba como ele pode ajudar seu estabelecimento a resolver o problema da falta de troco e atuar também na fidelização de clientes. Converse com a gente!

5
out

Saiba o que fazer para não ficar vulnerável à falta de troco no mercado

Se fizéssemos uma enquete perguntando aos comerciantes se eles já passaram por problemas de falta de troco, é provável que o “não” tenha um percentual muito baixo. Querendo ou não, ter que se virar para conseguir devolver os valores aos clientes faz parte do dia a dia do responsável pelo caixa dos estabelecimentos comerciais, que precisa lidar com as mais diferentes situações na hora de negociar o pagamento.

Esse profissional sabe muito bem que, em grande parte, o problema da falta de troco é causado pela ausência de moedas no mercado. E ao olhar os números, não é difícil entender o porquê dessa realidade. De acordo com o Banco Central, o conjunto das moedas entesouradas, ou seja, guardadas das mais variadas formas, representa cerca de 35% do total.

Se considerarmos quase 25 bilhões de moedas de Real emitidas desde 1994, chegamos ao número estimado de 8,7 bilhões de moedas entesouradas, o que corresponde a aproximadamente R$ 1,4 bilhão. É muita coisa, não é mesmo? Imagine a diferença que elas fariam se estivessem circulando!

A questão é que, infelizmente, não dá para contar com isso. Guardar moedas em cofrinhos, latas, garrafas de refrigerante, gavetas e na própria carteira é um costume bastante enraizado. Até mesmo entre os comerciantes é difícil encontrar alguém que nunca tenha feito sua reserva de moedas.

Essa é uma das maneiras mais fáceis que as pessoas encontram de guardar dinheiro para executar algum plano ou para se prevenir de algum imprevisto — bom, pelo menos elas acham que é o modo simples e correto. É um processo automático. Vai à padaria ou ao mercado e recebe moedas de troco? Imediatamente as guarda para colocar no cofrinho! Costuma ser exatamente assim, não é verdade?

Para termos uma ideia do quanto essa prática já virou hábito, o Banco Central chegou a lançar uma campanha pedindo para que as pessoas retirem as moedas do bolso e façam elas circularem no mercado. É uma forma de amenizar o problema e tentar ajudar os comerciantes.

Além da iniciativa do Banco Central, os próprios comerciantes tentam mudar essa realidade. Não faltam exemplos de estabelecimentos que oferecem vantagens para quem faz o pagamento em moedas. Alguns bares chegam a vender cerveja por R$ 1 para quem realizar o pagamento com o tão sonhado metal.

A questão da sustentabilidade

A falta de circulação de moedas não causa apenas o problema de falta de troco. Há ainda um prejuízo para o meio ambiente. Isso porque o entesouramento gera a necessidade de produção. Em 2016, de acordo com dados do Banco Central, os custos de suprimentos chegaram a R$ 243 milhões: foram colocadas em circulação 761 milhões de unidades de novas moedas, 11% acima do total disponibilizado em 2015 (685 milhões).

O problema atinge um patamar muito alto e o preço a ser pago é considerável para ser ignorado. Otimizar o uso das moedas, portanto, gera uma economia de recursos públicos, de energia e de minérios. E isso, às vezes, passa batido, não é mesmo?

Como reduzir a exposição à falta de troco

Por tudo que isso que abordamos até aqui, uma coisa é certa: o comércio não pode ficar dependente da moeda para conseguir oferecer o troco para seus clientes. Por mais que existam iniciativas e campanhas para tentar conscientizar as pessoas e tentar amenizar o problema, o fato é que não dá para ficar esperando por isso.

Os comerciantes precisam ir em busca de alternativas, apelar para a criatividade e, principalmente, para a tecnologia. Existem opções que podem ajudar as empresas a resolverem o problema de falta de troco.

Além disso, é importante ter em mente que as pessoas estão cada vez mais conectadas e, por isso, têm mais facilidade para lidar com soluções tecnológicas. Elas, inclusive, esperam por isso e dão mais valor para estabelecimentos que encontram alternativas criativas e que oferecem vantagens interessantes.

A Troco Simples oferece uma solução que se encaixa perfeitamente nessa ideia. Criamos um aplicativo pelo qual os comerciantes cadastrados podem oferecer o troco em crédito no CPF do cliente, em vez retornar o dinheiro em moedas ou cédulas. Os valores podem ser acumulados e render juros e outras vantagens, como prêmios e a possibilidade de colocar créditos no celular. Assim, reduz-se a preocupação em ter um montante no caixa para utilizar de troco.

Para os clientes participarem, como o próprio nome do aplicativo indica, é simples também: basta que se cadastrem gratuitamente no sistema. E aí é importante o comerciante mostrar os benefícios e incentivar as pessoas a fazerem isso. Quanto mais consumidores estiverem participando, menor será a preocupação em ter moedas e cédulas de menor valor para dar como troco.

Conheça a Troco Simples e saiba em detalhes como funciona nosso aplicativo. Queremos ser parceiros do seu negócio, ajudando você a resolver um problema e ainda oferecendo vantagens para seus clientes. Conte com a gente!